Especialista em seguros destaca os principais cuidados na hora de contratar uma proteção para o aparelho e evitar prejuízos em caso de imprevistos
A Copa do Mundo 2026 promete movimentar o Brasil como poucos eventos são capazes de fazer. Segundo pesquisa da Ipsos, uma das maiores empresas globais de inteligência de mercado, 71% dos brasileiros pretendem acompanhar o torneio e 31% planejam assistir em bares com estrutura para os jogos. Bares, praças, restaurantes e casas de amigos vão reunir milhões de torcedores ao longo das semanas de competição. No entanto, o cuidado com o celular, que hoje funciona como carteira, meio de pagamento e transporte, tornou-se parte essencial do planejamento de quem pretende aproveitar os jogos com tranquilidade.
“Em um cenário como esse, contar com um seguro de celular se torna uma forma de garantir mais tranquilidade no dia a dia, especialmente em períodos de grande movimentação como os jogos da Copa”, afirma Victor Horta, CPO da Pier, seguradora que tem a missão de mudar a relação dos brasileiros com os seguros.
Para quem busca proteção antes de sair para assistir aos jogos, o primeiro ponto é verificar se o seguro contratado oferece cobertura imediata. Durante a Copa, o torcedor precisa de soluções que não exijam períodos de espera, também conhecido como carência do seguro, permitindo que o aparelho esteja segurado logo após a contratação. Essa agilidade é fundamental para quem decide se proteger de última hora, garantindo que a segurança acompanhe o ritmo dinâmico da competição.
“Precisamos oferecer soluções com menos burocracia e mais agilidade para proteger as pessoas. Opções com mais flexibilidade fazem toda a diferença. Ter uma proteção que começa a valer na hora, com contratação simples e 100% digital, permite que a pessoa se organize melhor e tenha autonomia para escolher o que faz sentido para o seu momento de vida”, explica Horta.
Outro ponto importante é evitar que detalhes burocráticos deixem o consumidor desprotegido. Muitos brasileiros compram celulares fora do país ou por revenda, o que nem sempre vem acompanhado de nota fiscal física. Em alguns seguros, isso pode ser um impeditivo para receber o valor de volta caso algo aconteça.
“Quando o consumidor entende que pode proteger o celular independentemente de onde ele foi comprado, o seguro deixa de ser algo distante e passa a fazer parte do planejamento pessoal. É uma forma de preservar o orçamento e evitar que um imprevisto estrague um momento que deveria ser de lazer”, conclui o executivo. Segundo ele, a forma como o valor é devolvido ao cliente também faz diferença. Em vez de limitar a reposição do aparelho a modelos determinados, o reembolso em dinheiro dá mais liberdade de escolha para quem perdeu o celular.
Em resumo, antes de sair para assistir aos jogos, vale revisar rapidamente as condições do seguro para entender o que está coberto, se há período de carência e como funciona o acionamento digital. Também é importante checar quais documentos são exigidos e de que forma a indenização é paga, já que soluções que reembolsam em dinheiro direto na conta costumam dar mais liberdade ao consumidor.


