Por que o seguro automóvel deve entrar no planejamento financeiro

Com custos crescentes para manter um carro, proteção ajuda o consumidor a evitar gastos inesperados e a ter mais previsibilidade no orçamento

Com 123,9 milhões de veículos em circulação no Brasil, de acordo com dados da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), compilados pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), manter um carro tem pesado cada vez mais no bolso dos brasileiros. Gastos com manutenção, consertos e imprevistos fazem parte da rotina de quem depende do veículo no dia a dia. Nesse cenário, o seguro automóvel ganha espaço no planejamento financeiro e pode ajudar o consumidor a se proteger de despesas inesperadas e a ter mais previsibilidade no orçamento.

“Quando o assunto é planejamento financeiro, o seguro automóvel ajuda o consumidor a trocar o susto pelo controle. Em vez de lidar com um gasto alto e inesperado após um acidente ou roubo, a pessoa já sabe quanto vai pagar e consegue se organizar melhor ao longo do ano”, explica Victor Horta, CPO da Pier, seguradora que tem a missão de mudar a relação dos brasileiros com os seguros. Segundo o executivo, esse modelo evita que um imprevisto comprometa outras despesas essenciais do orçamento.

Além da proteção contra colisões e roubos, o seguro automóvel evoluiu nos últimos anos e passou a oferecer coberturas e serviços mais alinhados à rotina do motorista. Itens como assistência 24 horas, carro reserva e cobertura para danos a terceiros ajudam a reduzir gastos emergenciais, que costumam surgir justamente quando o consumidor menos espera e não tem uma reserva financeira disponível.

“Na prática, o seguro funciona como uma forma de reduzir o risco. Um problema que poderia consumir meses de economia se transforma em um valor mensal previsível, que cabe no orçamento e evita decisões financeiras por impulso”, destaca Horta. “Esse tipo de previsibilidade é cada vez mais importante em um cenário de juros altos e maior pressão sobre a renda das famílias”, completa.

Outro ponto relevante é que o seguro automóvel também contribui para a proteção do patrimônio no longo prazo. Com o preço médio de um carro novo no Brasil em cerca de R$ 150 mil, de acordo com levantamento da consultoria K.Lume, imprevistos que resultem em perda total ou danos significativos podem representar um impacto financeiro considerável para muitas famílias, especialmente quando não há reserva suficiente para absorver esse tipo de gasto inesperado. 

“Sem proteção adequada, esse tipo de evento pode significar um grande retrocesso financeiro, dificultando outros objetivos, como poupar, investir ou até mesmo planejar a troca de veículo no futuro. Pensar no seguro como parte do planejamento financeiro é uma mudança de mentalidade. Ele não é apenas uma proteção para o carro, mas para a tranquilidade financeira do motorista”, conclui o CPO da Pier.

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