Insurtech brasileira ficou à frente em levantamento global baseado na avaliação de mais de 45 mil consumidores de 13 países
Foto: Ranking World’s Best Insurance Companies 2026, elaborado pela Statista em parceria com a Forbes.
A Pier, seguradora que tem a missão de mudar a relação dos brasileiros com os seguros, alcançou o primeiro lugar no Brasil na categoria de seguros automotivos no ranking World’s Best Insurance Companies 2026, elaborado pela Statista em parceria com a Forbes. O levantamento ouviu mais de 45 mil clientes de seguradoras em 13 países e reconheceu as empresas mais bem avaliadas pelos consumidores em diferentes segmentos do setor. Os participantes avaliaram suas seguradoras com base em critérios como atendimento ao cliente, transparência, serviço de sinistros e custo-benefício. A nota final também considerou indicadores de satisfação geral, probabilidade de recomendação e fidelidade à marca.
“Chegar ao primeiro lugar em uma avaliação construída a partir da percepção dos próprios clientes é o reconhecimento mais honesto que uma empresa pode receber”, afirma Camila Kataguiri, CEO da Pier. O reconhecimento ocorre em um mercado historicamente concentrado e menos de quatro anos após a entrada da companhia no segmento automotivo. “Essa conquista mostra que existe uma demanda reprimida em nosso país por produtos de seguros inovadores e por empresas que usem de fato a tecnologia para entregar uma melhor experiência ao cliente”, ressalta.
“Desde o início, a Pier combina IA e automação para tornar o seguro mais completo, transparente e acessível. Ver esse compromisso refletido em um estudo independente reforça que estamos na direção certa, democratizando o acesso a seguros. Essa vitória é o resultado do trabalho de todos aqueles que constroem a Pier diariamente: nossa equipe, nossos clientes, corretores e parceiros.”, conclui a executiva.
Fundada em 2018, a insurtech brasileira alcançou a liderança nacional em uma lista que reúne as principais empresas do mercado segurador. Com atuação nos segmentos de seguro celular e seguro automóvel, a Pier utiliza tecnologia e inteligência artificial para simplificar a jornada do cliente, da contratação ao acionamento do seguro. A empresa reúne cerca de 200 mil clientes e projeta crescimento de 50% na receita em 2026, após superar R$ 250 milhões em faturamento em 2025. Desde sua fundação, a insurtech já recebeu mais de US$ 50 milhões em investimentos.
Sobre a Pier Seguradora
Fundada em 2018, a Pier Seguradora chegou ao mercado com a missão de mudar a relação dos brasileiros com os seguros, sendo reconhecida como pioneira entre as seguradoras digitais e a primeira seguradora AI-first do Brasil. A empresa foi pioneira ao oferecer cobertura para furto simples e reembolsos instantâneos no seguro celular, com uso intensivo de inteligência artificial para tornar a experiência mais rápida, eficiente e acessível. Com opções de seguro para celular e automóveis, a Pier oferece soluções de maneira simples, confiável, flexível e acessível. A companhia encerrou 2025 com R$ 250milhões em prêmios e, atualmente, atende cerca de 200 mil clientes em todo o país. Acesse o site da Pier e saiba mais!
Num mercado cada vez mais orientado à experiência do beneficiário, o cuidado com a colaboradora gestante deixou de ser um gesto simbólico para se tornar um indicador real de maturidade em gestão de pessoas — e uma responsabilidade que, na prática, sempre recaiu sobre as corretoras contratadas pelas empresas.
O mercado de saúde suplementar no Brasil vive um momento de transformação. As corretoras e gestoras de benefícios, pressionadas por margens cada vez mais apertadas e clientes corporativos mais exigentes, buscam novas formas de se diferenciar. Renovar apólices e negociar reajustes ainda é o core do negócio — mas deixou de ser suficiente para garantir fidelização e crescimento de carteira.
Nesse cenário, os programas estruturados de maternidade corporativa emergem como uma das iniciativas com maior potencial de impacto — tanto na experiência da colaboradora quanto no posicionamento estratégico da corretora ou gestora que os viabiliza. E o que poucos discutem abertamente é que a operação desses programas já é, há muito tempo, uma responsabilidade que as empresas delegam às suas corretoras. O problema é que, até agora, faltava a essas corretoras uma estrutura especializada para executar isso com qualidade.
A gestante no centro da estratégia de cuidado
A gravidez é um dos momentos mais transformadores na vida de qualquer pessoa. Para as empresas, é também um período que exige atenção especial: a colaboradora gestante atravessa mudanças físicas e emocionais significativas enquanto mantém suas responsabilidades profissionais. Como a organização responde a esse momento diz muito sobre sua cultura.
Programas de maternidade corporativa — que incluem kits personalizados com itens cuidadosamente selecionados para a gestante e o bebê, comunicação acolhedora e acompanhamento ao longo da gestação — têm se consolidado como uma das ações de employer branding com maior retorno em engajamento e retenção. Empresas como Vivo, 3M, Grupo Fleury, General Mills, Hypera e Klabin já estruturaram esses programas de forma sistemática para todas as gestantes de suas operações no Brasil.
Uma operação que sempre foi da corretora — mas nunca teve suporte adequado
Dentro das empresas, as áreas de RH e benefícios raramente assumem sozinhas a gestão de programas de maternidade. O modelo mais comum é a terceirização desse operacional para a corretora contratada — que já detém o relacionamento com o cliente, conhece a estrutura de benefícios e é vista como a parceira natural para coordenar esse tipo de ação.
Na prática, isso significa que as corretoras já carregam essa responsabilidade. O problema está na execução: gerenciar um programa de kits de maternidade envolve desenvolvimento e curadoria de produtos, controle de estoque, rastreamento de datas previstas de parto, logística de entrega e gestão de reentregas — tudo isso para endereços que mudam, com prazos sensíveis e colaboradoras que merecem atenção especial. Sem uma estrutura dedicada, esse processo vira um passivo operacional que consome tempo, gera retrabalho e, muitas vezes, compromete a experiência que a empresa queria proporcionar.
“A solução da Laços foi inteiramente pensada para atender uma demanda recorrente das corretoras e seguradoras. Elas não têm isso como core, mas acabam gastando muita energia gerindo envios, estoques e reentregas — energia que poderia estar sendo direcionada ao relacionamento com o cliente.”— Renan Mentor, CEO da Laços Corporativos
Da responsabilidade herdada ao diferencial competitivo
A mudança de perspectiva é importante: não se trata de as corretoras assumirem algo novo. Trata-se de executarem bem algo que já é esperado delas. A empresa cliente já parte do pressuposto de que a corretora vai coordenar esse processo. O que muda com uma estrutura especializada é a qualidade da entrega — e, consequentemente, o impacto percebido.
Ao contar com um parceiro que assume integralmente a operação — da produção dos kits à entrega porta a porta em todo o Brasil, com sistema próprio de gestão, rastreabilidade e controle de estoque —, a corretora transforma uma responsabilidade que antes gerava desgaste em um serviço executado com excelência. O cliente corporativo percebe a diferença. E essa diferença se traduz em vínculo, fidelização e renovações mais tranquilas.
Corretoras e gestoras que já trabalham com programas estruturados de maternidade junto aos seus clientes corporativos — como MDS Brasil, Marsh, Willis Towers Watson, Gallagher, Alper Seguros e Healthbit — demonstram que essa integração é viável, escalável e gera resultados concretos para todas as partes envolvidas.
Novas receitas em uma carteira já existente
Além do impacto no relacionamento, há uma lógica financeira igualmente atraente. Programas de maternidade corporativa podem ser estruturados como fontes adicionais de rentabilização da carteira — um produto complementar que agrega margem sem exigir a aquisição de novos clientes. Em um setor onde o custo de aquisição é alto e a retenção é o grande desafio, isso não é detalhe.
Em processos de prospecção e renovação, oferecer um programa de maternidade com operação já estruturada pode ser o fator diferenciador em uma disputa acirrada. O cliente corporativo não compra apenas preço. Ele compra a sensação de estar sendo assessorado por quem entende o seu negócio — e que vai executar, com cuidado, aquilo que prometeu.
O papel do ecossistema de benefícios está mudando
O Insurtech 2026 chega em um momento em que a inovação no setor de seguros e benefícios não passa apenas por tecnologia — mas também por modelos de parceria e distribuição mais inteligentes. A tendência é clara: quem conseguir construir um ecossistema de soluções ao redor do cliente corporativo, com eficiência operacional e impacto real na vida dos colaboradores, estará melhor posicionado nos próximos ciclos.
Os programas de maternidade corporativa são um exemplo claro de como isso pode acontecer na prática: uma solução com alto valor percebido, operação complexa que exige especialização, e uma responsabilidade que as corretoras já carregam — mas que, com o parceiro certo, pode deixar de ser um peso para se tornar um dos maiores diferenciais do seu portfólio.
Sobre a Laços Corporativos
Fundada em 2014, a Laços Corporativos é especializada na criação e operação de kits corporativos personalizados para grandes empresas em todo o Brasil, com destaque para programas de maternidade e outras ações de cuidado ao colaborador. Com estrutura logística robusta e sistema próprio de gestão, a empresa atende mais de 600 empresas e tornou-se referência em soluções que unem acolhimento, eficiência operacional e impacto positivo na experiência do colaborador.
A Split Risk Seguradora é patrocinadora oficial do Insurtech Brasil 2026, que acontece em maio, em São Paulo, reunindo seguradoras, insurtechs, corretores, executivos e empresas interessadas no futuro do mercado de seguros. A participação no evento marca um movimento estratégico: colocar o modelo MGA no centro da conversa sobre inovação, distribuição e acesso ao mercado segurador no Brasil.
Com atuação no modelo Insurance-as-a-Service, a Split Risk fornece infraestrutura tecnológica, regulatória e operacional para que empresas possam estruturar suas próprias operações de seguro, com autonomia comercial, marca própria e produtos personalizados para nichos específicos.
Na prática, a seguradora viabiliza que parceiros atuem como MGAs, usando o seguro como uma nova frente de negócio, sem precisar construir uma seguradora do zero. Esse modelo permite que empresas com base de clientes, canais de venda ou conhecimento de mercado criem soluções próprias, com mais agilidade, controle e aderência ao seu público.
Durante o Insurtech Brasil 2026, a Split Risk terá presença estratégica em uma sala exclusiva dedicada ao tema MGA, reforçando seu posicionamento como uma das principais referências do país nesse modelo. O espaço será voltado à discussão de novos arranjos, produtos, canais, estruturas regulatórias e oportunidades para empresas que desejam entrar ou se profissionalizar no mercado de seguros.
A trajetória da Split Risk passa pelo Sandbox Regulatório da SUSEP e pela autorização definitiva para operar em diversos ramos, consolidando um modelo que combina tecnologia, regulação e estrutura seguradora para reduzir barreiras de entrada e acelerar novos projetos no setor. Mais do que apresentar uma solução, a presença da Split Risk no evento propõe uma discussão relevante para o mercado: como o modelo MGA pode ampliar a distribuição de seguros, estimular novos produtos e permitir que mais empresas participem de um setor historicamente concentrado.
“Hoje, muitas empresas têm base, relacionamento e conhecimento profundo dos seus públicos, mas não têm estrutura para operar seguros. O modelo MGA muda essa lógica. A Split Risk existe para oferecer a infraestrutura seguradora, tecnológica e regulatória que permite a esses parceiros criarem produtos próprios, com autonomia e segurança. Estar no Insurtech Brasil 2026, com uma sala dedicada ao tema, é uma oportunidade de aprofundar essa conversa com o mercado”, afirma Marcos kapp CEO da Split Risk.
Presença no Insurtech Brasil 2026
O Insurtech Brasil 2026 acontece no dia 28 de maio de 2026, no Expo Center Norte, em São Paulo. O evento é um dos principais encontros de inovação, tecnologia e canais de seguros do país, reunindo lideranças de seguradoras, insurtechs, corretoras, empresas do mercado financeiro e novos players interessados no setor.
A programação contará com painéis, palestras e debates conduzidos por referências do mercado, além de oportunidades de networking e geração de negócios para profissionais e empreendedores do ecossistema de seguros.
Benefício exclusivo
Como parte da parceria, a Split Risk oferece 15% de desconto na inscrição para o Insurtech Brasil 2026. Utilize o cupom SEGUROPARATODOS no link oficial do evento e participe de uma das principais conversas sobre o futuro do mercado de seguros no Brasil ou clique aqui.
A automação tradicional é determinística. Se uma condição é atendida, uma ação é executada. Essa abordagem funciona bem para tarefas repetitivas e previsíveis, mas encontra limitações quando a operação exige interpretação, adaptação e julgamento contextual.
Agentes autônomos de IA introduzem raciocínio contextual. Eles analisam informações recebidas, avaliam opções e determinam o próximo passo mais adequado. Ao invés de executar um roteiro, interpretam contexto e intenção.
Essa distinção muda completamente a lógica de workflows.
Num fluxo tradicional, a operação avança por etapas pré-definidas. A cada exceção, ambiguidade ou desvio, o processo volta para uma camada humana de mediação. Isso torna a operação mais lenta, mais cara e mais fragmentada.
Um agente autônomo avalia urgência, consulta o histórico, entende o contexto da solicitação e cruza essas informações com apólices, laudos, evidências e regras dinâmicas para decidir o próximo passo.
Esse ponto é especialmente relevante em seguradoras, onde grande parte do trabalho real não está em “mover etapas”, mas em lidar com exceções, interpretar documentos, validar consistência, priorizar casos e tomar decisões com velocidade sem perder controle.
Essa camada adicional de contexto aumenta tanto a precisão quanto a eficiência e inclusive, a auditabilidade. Quando um sistema entende por que uma tarefa importa e o que está por trás de cada raciocínio operacional, a execução melhora de forma significativa.
Quando a inteligência é incorporada à camada operacional e decisória, três ganhos acontecem ao mesmo tempo.
O primeiro é precisão. O sistema deixa de responder apenas ao que foi explicitamente parametrizado e passa a considerar contexto, relação entre variáveis e intenção operacional. Isso melhora a qualidade das decisões, principalmente em cenários menos lineares, os quais muitas vezes são os mais caros.
O segundo é eficiência. Ao reduzir a necessidade de middleware humano entre uma etapa e outra, a operação flui com menos pausas, menos repasses e menos dependência de acompanhamento manual. O trabalho deixa de parar em filas invisíveis. Ele continua.
O terceiro é auditabilidade. E esse talvez seja um dos pontos mais estratégicos para o setor. Porque um sistema realmente inteligente para seguros não pode ser uma caixa-preta. Ele precisa registrar o que viu, quais referências consultou, por que tomou determinada decisão e quais evidências sustentaram aquele caminho. Quando a inteligência está acoplada à governança, a operação ganha velocidade sem abrir mão de rastreabilidade.
Esse tipo de sistema também muda o papel das equipes.
Durante muito tempo, boa parte da operação foi organizada para compensar as limitações dos sistemas. Pessoas atuavam como ponte entre dados dispersos, regras mal distribuídas, ferramentas desconectadas e etapas que não conversavam entre si. Em muitos casos, o humano era menos o decisor e mais o middleware do processo.
Esse modelo começa a perder sentido.
À medida que os sistemas se tornam mais capazes, a fronteira entre o que é feito por humanos e a fronteira do que hoje é executado por máquinas continuará se deslocando. O papel das equipes passa a ser outro: definir diretrizes, calibrar estratégia, supervisionar exceções relevantes, acompanhar desempenho e refinar continuamente a inteligência da operação.
Em outras palavras, a seguradora deixa de operar apenas com automação e passa a operar sobre uma camada de inteligência.
Agentes autônomos não são uma tendência passageira. São a base da próxima geração de inteligência em decisões de risco.
Sobre o autor
Cofundador e CEO da Brick, Vinicius Schroeder conheceu o mercado de seguros pelo lado de dentro. Filho de corretores, começou cedo na corretora da família, atuando com cotações, sinistros e atendimento. Fundou a Brick em 2021 para trazer mais autonomia, inteligência e controle para como decisões de risco são tomadas em seguradoras.
A 123Seguro, uma das principais insurtechs de distribuição digital da América Latina, é patrocinadora oficial do Insurtech Brasil 2026, um dos principais eventos de inovação e tecnologia para o mercado segurador brasileiro. Com operação no Brasil, México, Argentina, Colômbia e Chile, a companhia vem ampliando sua atuação em modelos de embedded insurance, conectando seguradoras a marketplaces, fintechs, varejistas e plataformas digitais por meio de tecnologia proprietária, APIs e infraestrutura modular.
Nos últimos anos, a empresa acelerou sua estratégia de integração de seguros às jornadas digitais de consumo, acompanhando o avanço dos ecossistemas financeiros e da transformação digital do setor. Movimentos recentes, como as parcerias com Shopee, Meu Pet Club e RecargaPay, reforçam esse posicionamento ao integrar proteção e assistência diretamente em ambientes digitais de alta recorrência e conveniência para o consumidor.
A participação no evento reforça a presença estratégica da 123Seguro no ecossistema de inovação, destacando seu papel como um elo digital entre as grandes seguradoras e o consumidor final, sempre atenta às transformações tecnológicas e à evolução dos canais de distribuição.
“Atualmente, o principal movimento do mercado não é apenas digitalizar o seguro, mas integrar proteção às jornadas que o consumidor já vive no dia a dia. O embedded insurance representa justamente essa evolução: um modelo mais contextual, fluido e conectado ao comportamento digital das pessoas. Participar do Insurtech Brasil é uma oportunidade importante para discutir como tecnologia, dados e novos ecossistemas estão transformando a forma como o seguro é distribuído e consumido”, afirma Marcelo Biasoli, CEO da 123Seguro.
Presença no Insurtech Brasil 2026
O Insurtech Brasil 2026 é um dos principais encontros de inovação, tecnologia e canais de seguros do país e acontecerá no dia 28 de maio de 2026, no Expo Center Norte, em São Paulo. O evento reúne executivos de seguradoras, corretores, representantes do mercado financeiro e insurtechs para discutir tendências, apresentar soluções inovadoras e debater o futuro do mercado de seguros brasileiro.
A programação contará com painéis, palestras e debates conduzidos por mais de 60 referências do setor, além de oportunidades de networking e geração de negócios para um público estimado em mais de mil profissionais e empreendedores do ecossistema de seguros.
Benefício exclusivo 123Seguro
Para celebrar essa parceria, a 123Seguro oferece 15% de desconto na inscrição do Insurtech Brasil 2026. Utilize o cupom 123SEGURO no link abaixo e participe do principal encontro de inovação em seguros do país ou clique aqui.
Artigo por Thaisa Braguim, VP Sales & Marketing da Ebix Latin America.
Assim como outros setores estratégicos da economia global, o mercado de seguros vive uma redefinição impulsionada pela tecnologia. O que antes parecia uma disputa entre seguradoras tradicionais e Insurtechs transformou-se em uma forte sinergia. O novo paradigma deixou de ser a disrupção para se tornar colaboração estratégica.
Essa mudança reflete a maturidade do mercado. A tecnologia, antes vista como força competitiva, passou a ser a ponte para crescimento e eficiência. A Ebix Latin America, líder global em TI para Seguros, acompanha e impulsiona esse movimento, atuando como habilitadora tecnológica dessa convergência na América Latina.
O conceito de Insurtech também evoluiu. Antes associado apenas a startups, hoje inclui empresas globais e consolidadas que lideram a inovação tecnológica no setor. Nesse cenário, Insurtechs representam organizações com profundo conhecimento de mercado, capacidade de escala e soluções robustas — como a própria Ebix Latin America, que combina inovação contínua, experiência regulatória e atuação internacional.
Insights consolidados em encontros globais
A consolidação dessa visão colaborativa foi destaque em fóruns internacionais como o InsureTech Connect, considerado um dos principais eventos de inovação em seguros.
Nesses encontros, a percepção é clara: a tecnologia está a serviço da conexão e da eficiência. A máxima compartilhada entre líderes do setor é que “as Insurtechs não são mais adversárias das seguradoras; elas são habilitadoras”. Essa visão direciona a estratégia do mercado para 2026, em que a tecnologia deixa de competir para atuar como elo entre inovação e crescimento.
Por que a colaboração é inevitável
A parceria entre seguradoras e Insurtechs prospera porque gera benefícios complementares e cria um ecossistema mais eficiente, resiliente e centrado no cliente.
A força das Insurtechs
As Insurtechs oferecem a agilidade exigida pelo mercado moderno, especialmente em:
● Inteligência Artificial e Machine Learning para análise de risco, prevenção de fraudes e precificação dinâmica;
● Experiência do Cliente (CX) digital, com plataformas intuitivas e jornadas simplificadas;
● Eficiência operacional, com automação de processos e redução de custos.
O papel das seguradoras tradicionais
As seguradoras tradicionais fornecem elementos essenciais para a expansão da inovação:
● escala e capital;
● base consolidada de clientes;
● conhecimento técnico e regulatório do setor.
O resultado dessa sinergia é um seguro mais inteligente, personalizado e acessível, unindo confiabilidade e velocidade.
Ebix Latin America: parceira estratégica da transformação
Nesse cenário colaborativo, a Ebix Latin America se posiciona como uma das principais lideranças tecnológicas do setor na região. Como uma das maiores empresas de TI para seguros no Brasil e com atuação em toda a América Latina, a companhia apoia seguradoras em processos de Transformação Digital sem interrupção operacional.
Enquanto muitas Insurtechs atuam em nichos específicos, a Ebix trabalha de forma transversal, oferecendo:
● plataformas SaaS;
● projetos de modernização tecnológica;
● automação de processos;
● Inteligência Artificial;
● análise avançada de dados.
Essa abrangência permite atender seguradoras em diferentes níveis de maturidade digital, com estratégias adaptadas a cada necessidade.
Soluções que conectam tradição e inovação
As soluções da Ebix foram desenvolvidas para conectar a solidez do mercado tradicional às demandas do futuro.
Integração de sistemas legados
Um dos maiores desafios das seguradoras é modernizar operações sem comprometer sistemas existentes. As plataformas SaaS da Ebix permitem integrar novas funcionalidades digitais aos sistemas centrais, garantindo uma transição segura e controlada.
Soluções end-to-end com IA
A Ebix oferece gestão completa de ponta a ponta — da cotação ao sinistro — em plataformas unificadas. O uso estratégico de IA e Big Data aumenta produtividade, eficiência e capacidade analítica.
Autoridade de mercado
A experiência da Ebix no Brasil e no mercado internacional garante soluções tecnologicamente avançadas e aderentes às exigências regulatórias da América Latina.
Mais do que participar do futuro do seguro, a Ebix fornece a estrutura tecnológica para que seguradoras e Insurtechs construam esse futuro juntas.
Perguntas frequentes
Qual o principal benefício da colaboração entre Insurtechs e seguradoras?
A principal vantagem é acelerar a inovação com menor risco de implementação, permitindo que seguradoras modernizem a experiência do cliente sem abandonar seu core-business.
O que significa uma Insurtech ser habilitadora?
Significa fornecer tecnologia especializada para otimizar processos e ampliar a eficiência das seguradoras, em vez de competir diretamente com elas.
Como a Ebix suporta esse modelo?
A Ebix oferece plataformas SaaS robustas e soluções em IA que integram canais digitais aos sistemas centrais das seguradoras, apoiando a transformação digital sem disrupção.
Quais são os principais desafios de integração?
Os maiores desafios envolvem sistemas legados, segurança e compliance de dados. A Ebix atua justamente para resolver essas barreiras.
Como a IA fortalece essa parceria?
A IA melhora análise preditiva, precificação de risco, gestão de sinistros e personalização de ofertas, contribuindo para aquisição e fidelização de clientes.
A colaboração é importante para todas as linhas de seguros?
Sim. Vida, Previdência, Ramos Elementares, Seguro Garantia e demais segmentos dependem de eficiência operacional e digitalização para manter competitividade.
Como isso impacta o corretor?
Os corretores ganham plataformas mais ágeis, jornadas simplificadas e ferramentas digitais que permitem foco em consultoria estratégica.
Quais tendências ganham força em 2026?
Entre as principais tendências estão:
● expansão da IA Generativa em atendimento e sinistros;
● crescimento de ecossistemas digitais integrados;
● avanço do seguro personalizado e embedded insurance.
A sinergia que redefine a indústria
A era da competição unilateral chegou ao fim. O futuro do setor de seguros será definido pela união entre a solidez das seguradoras e a velocidade da inovação tecnológica.
As empresas que adotarem essa visão colaborativa estarão mais preparadas para liderar a próxima década do mercado. Nesse cenário, investir em tecnologia de integração e soluções end-to-end deixa de ser diferencial e passa a ser um passo essencial para crescimento sustentável.
Sobre a autora
Thaisa Braguim é formada em Administração de Empresas e atua no mercado de seguros desde 2001. Com ampla experiência em vendas consultivas, transformação de negócios e tecnologia para o setor segurador, desenvolveu sólida experiência em relacionamento com executivos C-Level e projetos de inovação. Atualmente, é responsável pela área comercial da Ebix Latin America na América Latina, com foco em seguradoras e grandes corretoras de diferentes linhas de negócio.
A Fisify, primeira clínica de fisioterapia digital 100% automatizada por inteligência artificial, é patrocinadora oficial do Insurtech Brasil 2026. O evento acontece em maio, em São Paulo, e a participação da companhia reforça seu posicionamento estratégico na vanguarda da saúde digital e seu compromisso em levar os tratamentos de fisioterapia ao próximo nível por meio da tecnologia.
Apesar do acesso crescente a tratamentos, muitas seguradoras continuam a enfrentar o mesmo desafio. A falta de continuidade entre sessões de fisioterapia reduz a eficácia dos processos de recuperação. É neste momento que surgem o abandono, a baixa aderência e as recaídas, fatores que prolongam os tratamentos e aumentam a sinistralidade.
A proposta da Fisify atua diretamente neste ponto crítico. Através de uma solução de fisioterapia digital baseada em inteligência artificial, o segurado inicia o seu plano desde o primeiro dia, com um programa personalizado e acompanhamento contínuo.
O impacto, no entanto, vai além da recuperação. Para o segurado, o valor traduz-se em acesso imediato, orientação clara e uma experiência de saúde digital contínua. Para as seguradoras, a proposta combina três dimensões-chave do negócio:
A melhora a eficiência ao reduzir a duração dos tratamentos e a sinistralidade.
Reforça a retenção, já que um serviço utilizado de forma recorrente aumenta o vínculo com a apólice.
Contribui para a captação, ao incorporar um benefício diferencial que responde a uma necessidade real e tangível desde o primeiro dia.
“Na fisioterapia, o maior desafio não está no tratamento em si, mas na continuidade entre sessões. Quando conseguimos manter o segurado ativo, o impacto na recuperação, na experiência e na sinistralidade é imediato A presença no Insurtech Brasil 2026 reflete precisamente esta mudança de paradigma. Num mercado cada vez mais competitivo, a inovação em seguros passa por soluções que combinam tecnologia, prevenção e impacto direto no negócio”.” afirma Egoitz Lazkano, CEO da Fisify.
Sobre o Insurtech Brasil 2026
O Insurtech Brasil 2026 é o principal encontro de inovação, tecnologia e canais de seguros do país e acontecerá no dia 28 de maio de 2026, no Expo Center Norte, em São Paulo. O evento reúne executivos de seguradoras, corretores, representantes do mercado financeiro e insurtechs para discutir tendências, apresentar soluções inovadoras e debater o futuro do mercado de seguros brasileiro.
A programação contará com painéis, palestras e debates conduzidos por mais de 60 referências do setor, além de oportunidades de networking e geração de negócios para um público estimado em mais de mil profissionais e empreendedores do ecossistema de seguros.
Benefício exclusivo Fisify
Para celebrar a parceria, a Fisify disponibiliza 15% de desconto na inscrição do Insurtech Brasil 2026. Utilize o cupom FISIFY no link abaixo e faça parte do principal encontro de inovação em seguros do Brasil ou clique aqui.
A Klimber, insurtech nascida na América Latina, tem como missão levar seguros a mais pessoas com o mínimo de fricção. Através de uma infraestrutura tecnológica AI-Native que transforma processos complexos em soluções simples, a companhia é patrocinadora oficial do Insurtech Brasil 2026, que acontece em maio, em São Paulo.
A participação no evento reforça a presença estratégica da Klimber no ecossistema de inovação, destacando seu papel como um elo de mudança que permite a seguradoras e plataformas digitais oferecerem proteção diretamente nos ecossistemas que os clientes já utilizam. Com operações em quatro países e parcerias globais com gigantes como MetLife, Prudential e Swiss Re, a empresa consolida sua liderança na evolução do seguro digital na região.
Com foco em tecnologia com propósito e mais de 95% de seus processos automatizados, a Klimber já superou a marca de 20 milhões de segurados e mais de 700 milhões de apólices transacionadas em sua plataforma. Ao democratizar o acesso e simplificar a jornada de contratação, a insurtech elimina barreiras tradicionais e cria modelos de negócio que integram eficiência operacional ao impacto social, tornando o setor de seguros mais moderno, inclusivo e relevante.
“Nossa infraestrutura foi desenvolvida para permitir que parceiros escalem seus negócios com mais eficiência operacional, reduzindo custos, eliminando fricções e simplificando jornadas. Mas o verdadeiro impacto aparece na experiência das pessoas: hoje, já são 20 milhões de segurados em toda a região beneficiados por um modelo mais ágil, acessível e transparente. Mais do que acelerar procedimentos, o objetivo é devolver tempo, clareza e autonomia ao usuário, acompanhando o ritmo da vida real. Isso se reflete na redução da burocracia na contratação, na personalização de coberturas e na possibilidade de escolhas mais conscientes e efetivas. Ao mesmo tempo, seguimos acreditando que tecnologia e proximidade precisam caminhar juntas, pois nenhum algoritmo substitui a escuta ativa, a empatia ou a compreensão genuína de quem está do outro lado. Participar do Insurtech Brasil 2026 é uma oportunidade valiosa para impulsionar o futuro próspero e humano que estamos construindo para o mercado latino-americano”, afirma James Maganha, Country Manager da Klimber no Brasil.
Presença no Insurtech Brasil 2026
O Insurtech Brasil 2026 é um dos principais encontros de inovação, tecnologia e canais de seguros do país e acontecerá no dia 28 de maio de 2026, no Expo Center Norte, em São Paulo. O evento reúne executivos de seguradoras, corretores, representantes do mercado financeiro e insurtechs para discutir tendências, apresentar soluções inovadoras e debater o futuro do mercado de seguros brasileiro.
A programação contará com painéis, palestras e debates conduzidos por mais de 60 referências do setor, além de oportunidades de networking e geração de negócios para um público estimado em mais de mil profissionais e empreendedores do ecossistema de seguros.
Benefício exclusivo Klimber
Para celebrar essa parceria, a Klimber oferece 15% de desconto na inscrição do Insurtech Brasil 2026. Utilize o cupom KLIMBER no link abaixo e participe do principal encontro de inovação em seguros do país ou clique aqui.
Artigo por Aldo Pires CEO da adde Sarah Medeiros,Marketing Estratégico na add
Nos últimos anos, o setor de seguros tem passado por uma transformação silenciosa, mas estrutural. Mais do que digitalizar processos ou responder a novas exigências regulatórias, as seguradoras vêm sendo pressionadas a operar em um modelo orientado por dados: contínuo, granular e cada vez mais auditável. Essa mudança não está apenas na tecnologia adotada, mas na forma como as organizações compreendem, governam e utilizam seus próprios dados.
Nesse contexto, surge uma necessidade ainda pouco explorada, mas cada vez mais crítica: a observabilidade dos fluxos regulatórios. Não se trata apenas de garantir que os dados sejam enviados corretamente, mas de entender, em tempo real, como esses dados são construídos, transformados e validados ao longo de toda a cadeia operacional. Em um ambiente onde a exigência regulatória se torna mais frequente e detalhada, a capacidade de enxergar o processo passa a ser tão importante quanto a capacidade de executá-lo.
Projetos regulatórios no setor de seguros costumam ser tratados como iniciativas de integração ou adequação tecnológica. Entretanto, quando posto em prática revelam uma complexidade muito maior. A construção desses fluxos envolve o mapeamento de dados distribuídos em múltiplos sistemas, a padronização de informações heterogêneas, a criação de pipelines de transformação e validação e a definição de mecanismos de governança que garantam consistência ao longo do tempo. Em experiências reais de implementação, não é incomum que o volume de dados e o nível de detalhamento exigido superem significativamente as estimativas iniciais, exigindo revisões constantes de mapeamentos e ajustes estruturais.
O problema central, no entanto, raramente está apenas na complexidade técnica. Ele está na falta de visibilidade sobre o que acontece entre a origem e a entrega do dado. Em muitas organizações, os dados são processados, mas não são efetivamente compreendidos ao longo do caminho. Isso se traduz em inconsistências identificadas apenas nas etapas finais, retrabalho constante em integrações e dificuldade de explicar divergências para áreas internas ou auditorias. Trata-se de um modelo reativo, em que o controle acontece depois da falha.
Da falta de visibilidade à observabilidade como arquitetura
A evolução desse cenário passa pela adoção de uma arquitetura orientada por observabilidade. Diferentemente do monitoramento tradicional, que se limita a verificar a disponibilidade de sistemas, a observabilidade permite compreender o comportamento dos dados ao longo de todo o fluxo: sua origem, suas transformações e seus impactos. Essa capacidade de rastrear e correlacionar eventos cria um nível de transparência, relevante em ambientes regulados.
A partir da experiência da add em projetos no setor de seguros, observou-se que abordagens fragmentadas, que tratam integração, governança e monitoramento separadamente, tendem a ampliar a complexidade e o risco operacional. Foi nesse contexto que a add estruturou seu Framework Regulatório, concebido para integrar essas dimensões em uma arquitetura única.
Nesse modelo, a observabilidade não é um componente adicional, mas um elemento central. Incorporada desde a concepção do Framework, ela permite que cada evento seja rastreado, cada transformação seja compreendida e cada inconsistência seja identificada na sua origem. Isso transforma os fluxos regulatórios, que deixam de ser caixas-pretas e passam a ser processos transparentes e auditáveis.
Essa mudança reduz significativamente a dependência de análises manuais e permite uma atuação mais proativa. Em vez de reagir a falhas, as organizações passam a antecipá-las, identificando desvios antes que impactem a operação ou as entregas regulatórias.
Observabilidade como base de governança e evolução contínua
O impacto dessa abordagem na governança de dados é direto. Com visibilidade contínua, torna-se possível garantir maior consistência entre sistemas, identificar desvios com mais rapidez e manter um histórico estruturado de alterações. Em ambientes regulados, a capacidade de explicar o dado, ou seja, sua origem, suas transformações e suas validações, é tão importante quanto o dado em si. Nesse sentido, a observabilidade atua como um mecanismo de confiança.
Essa necessidade se intensifica diante da evolução constante das exigências regulatórias. Mudanças de layout, inclusão de novos campos e ampliação do escopo de dados exigem revisões frequentes nos fluxos de processamento. Sem observabilidade, cada mudança tende a se transformar em um novo projeto, com alto esforço de reanálise e retrabalho. Por outro lado, quando essa capacidade já está incorporada ao modelo, como ocorre no Framework Regulatório by add,os impactos são identificados rapidamente e a evolução passa a ocorrer de forma incremental.
Essa capacidade de adaptação contínua é um dos principais indicadores de maturidade no setor. Mais do que atender a uma exigência específica, trata-se de construir uma base capaz de sustentar mudanças recorrentes sem comprometer a operação.
Tradicionalmente, iniciativas regulatórias são percebidas como centros de custo. No entanto, ao estruturar e tornar visíveis os fluxos de dados, abre-se espaço para um novo tipo de valor. Padrões operacionais podem ser identificados, gargalos tornam-se evidentes e inconsistências recorrentes passam a ser tratadas de forma estruturada. O que antes era apenas conformidade passa a gerar inteligência operacional.
O avanço da regulação orientada por dados exige mais do que capacidade de entrega. Exige capacidade de entendimento. Nesse cenário, a observabilidade se consolida como um elemento central, ainda pouco explorado em muitas arquiteturas, mas fundamental para a sustentabilidade das operações. A experiência da add ao estruturar seu framework regulatório reforça essa visão: quando a observabilidade é tratada como parte integrante da arquitetura, a complexidade deixa de ser um obstáculo e passa a ser gerenciável.
Porque, em um ambiente orientado por dados, não basta entregar. É preciso compreender, rastrear e confiar no que está sendo entregue.
Sobre o Autor
Aldo Pires é CEO da add e lidera projetos de inovação e desenvolvimento de negócios no setor de seguros, integrando IA, dados e automação para apoiar seguradoras na transformação digital e no atendimento a demandas regulatórias.
Com mais de 30 anos de experiência em consultoria estratégica de negócios e tecnologia, é doutor pela COPPE/UFRJ e mestre em Inteligência Artificial pelo IME, com atuação destacada na aplicação de IA em contextos corporativos, especialmente no mercado segurador. Especialista em Design Thinking pelo MIT e professor da FGV há 25 anos, lecionando Inovação, IA, Agilidade e Gestão de Projetos.
Nos últimos anos, a busca por eficiência operacional no sinistro ganhou protagonismo dentro das seguradoras. A pressão por reduzir tempo de análise, aumentar produtividade e lidar com volumes crescentes levou muitas operações a acelerar processos e incorporar diferentes níveis de automação.
Esse movimento não apenas é natural, como necessário. O aumento de demanda exige resposta mais rápida e estruturas mais eficientes. O ponto de inflexão começa a aparecer quando velocidade deixa de ser apenas um ganho operacional e passa a influenciar diretamente a qualidade da decisão.
É nesse momento que a análise técnica ganha centralidade.
A análise de um sinistro automotivo envolve interpretação, leitura de contexto, coerência entre relato e dano e avaliação de responsabilidade. Quando esse processo é estruturado de forma consistente, a operação ganha não apenas agilidade, mas previsibilidade. Quando não é, a escala tende a amplificar variabilidade, tornando o resultado mais sensível a diferenças de interpretação e menos controlável ao longo do tempo.
Por muito tempo, esse foi um limite difícil de transpor. Aumentar volume significava, quase sempre, aceitar algum nível de perda de consistência. A análise dependia fortemente de interpretação individual, o que tornava desafiador sustentar padrão em ambientes de alta demanda.
A incorporação de inteligência artificial começa a mudar esse cenário ao permitir que a análise técnica seja estruturada de forma mais consistente. Mais do que acelerar, a tecnologia passa a organizar dados, cruzar informações, identificar padrões e apoiar a aplicação de critérios técnicos de maneira uniforme. O ganho, portanto, não está apenas na velocidade, mas na capacidade de replicar decisões com maior consistência.
Esse ponto é relevante porque consistência, quando aplicada em escala, tem impacto direto no resultado da carteira. Decisões mais alinhadas reduzem variabilidade, aumentam previsibilidade e fortalecem a capacidade da operação de sustentar critérios ao longo do tempo. Isso se reflete na qualidade dos pagamentos, na redução de perdas evitáveis e na melhor utilização de oportunidades como contestação e regresso.
Operações mais maduras começam a perceber esse movimento e passam a tratar a análise técnica não apenas como uma etapa do processo, mas como uma estrutura estratégica. Investem na padronização de critérios, na organização de dados e na capacidade de escalar decisão sem perda de qualidade.
É nesse contexto que soluções especializadas ganham relevância.
O MIA Análise Técnica, solução desenvolvida pela Autoinsp, foi estruturado exatamente para atuar nesse ponto crítico. A proposta é organizar a análise técnica combinando inteligência artificial, dados e lógica de engenharia em um fluxo capaz de sustentar decisões com consistência, mesmo em ambientes de alto volume. Na prática, isso se traduz em apoio direto à operação por meio da identificação de incoerências, da leitura mais precisa do dano, da análise estruturada de responsabilidade e da priorização de casos com maior risco ou complexidade.
O impacto desse tipo de abordagem não se limita ao ganho de produtividade. Ao reduzir variabilidade e elevar a qualidade das decisões, a operação passa a transformar velocidade em eficiência real, com reflexos diretos na previsibilidade dos resultados e na capacidade de gestão da carteira.
Em um cenário onde o volume de sinistros continua crescendo e a pressão por eficiência permanece elevada, a evolução da análise técnica tende a seguir esse caminho. Não será suficiente apenas acelerar processos. Será necessário estruturar decisões, sustentar critérios e garantir consistência em escala. É nesse ponto que a inteligência artificial deixa de ser apenas um diferencial operacional e passa a atuar como parte da infraestrutura que suporta a qualidade das decisões.