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Da obrigação ao controle: o papel da observabilidade na regulação de seguros

Artigo por Aldo Pires CEO da add e Sarah Medeiros,Marketing Estratégico na add

Nos últimos anos, o setor de seguros tem passado por uma transformação silenciosa, mas estrutural. Mais do que digitalizar processos ou responder a novas exigências regulatórias, as seguradoras vêm sendo pressionadas a operar em um modelo orientado por dados: contínuo, granular e cada vez mais auditável. Essa mudança não está apenas na tecnologia adotada, mas na forma como as organizações compreendem, governam e utilizam seus próprios dados.

Nesse contexto, surge uma necessidade ainda pouco explorada, mas cada vez mais crítica: a observabilidade dos fluxos regulatórios. Não se trata apenas de garantir que os dados sejam enviados corretamente, mas de entender, em tempo real, como esses dados são construídos, transformados e validados ao longo de toda a cadeia operacional. Em um ambiente onde a exigência regulatória se torna mais frequente e detalhada, a capacidade de enxergar o processo passa a ser tão importante quanto a capacidade de executá-lo.

Projetos regulatórios no setor de seguros costumam ser tratados como iniciativas de integração ou adequação tecnológica. Entretanto, quando posto em prática revelam uma complexidade muito maior. A construção desses fluxos envolve o mapeamento de dados distribuídos em múltiplos sistemas, a padronização de informações heterogêneas, a criação de pipelines de transformação e validação e a definição de mecanismos de governança que garantam consistência ao longo do tempo. Em experiências reais de implementação, não é incomum que o volume de dados e o nível de detalhamento exigido superem significativamente as estimativas iniciais, exigindo revisões constantes de mapeamentos e ajustes estruturais.

O problema central, no entanto, raramente está apenas na complexidade técnica. Ele está na falta de visibilidade sobre o que acontece entre a origem e a entrega do dado. Em muitas organizações, os dados são processados, mas não são efetivamente compreendidos ao longo do caminho. Isso se traduz em inconsistências identificadas apenas nas etapas finais, retrabalho constante em integrações e dificuldade de explicar divergências para áreas internas ou auditorias. Trata-se de um modelo reativo, em que o controle acontece depois da falha.

Da falta de visibilidade à observabilidade como arquitetura

A evolução desse cenário passa pela adoção de uma arquitetura orientada por observabilidade. Diferentemente do monitoramento tradicional, que se limita a verificar a disponibilidade de sistemas, a observabilidade permite compreender o comportamento dos dados ao longo de todo o fluxo: sua origem, suas transformações e seus impactos. Essa capacidade de rastrear e correlacionar eventos cria um nível de transparência, relevante em ambientes regulados.

A partir da experiência da add em projetos no setor de seguros, observou-se que abordagens fragmentadas, que tratam integração, governança e monitoramento separadamente, tendem a ampliar a complexidade e o risco operacional. Foi nesse contexto que a add estruturou seu Framework Regulatório, concebido para integrar essas dimensões em uma arquitetura única.

Nesse modelo, a observabilidade não é um componente adicional, mas um elemento central. Incorporada desde a concepção do Framework, ela permite que cada evento seja rastreado, cada transformação seja compreendida e cada inconsistência seja identificada na sua origem. Isso transforma os fluxos regulatórios, que deixam de ser caixas-pretas e passam a ser processos transparentes e auditáveis.

Essa mudança reduz significativamente a dependência de análises manuais e permite uma atuação mais proativa. Em vez de reagir a falhas, as organizações passam a antecipá-las, identificando desvios antes que impactem a operação ou as entregas regulatórias.

Observabilidade como base de governança e evolução contínua

O impacto dessa abordagem na governança de dados é direto. Com visibilidade contínua, torna-se possível garantir maior consistência entre sistemas, identificar desvios com mais rapidez e manter um histórico estruturado de alterações. Em ambientes regulados, a capacidade de explicar o dado, ou seja, sua origem, suas transformações e suas validações, é tão importante quanto o dado em si. Nesse sentido, a observabilidade atua como um mecanismo de confiança.

Essa necessidade se intensifica diante da evolução constante das exigências regulatórias. Mudanças de layout, inclusão de novos campos e ampliação do escopo de dados exigem revisões frequentes nos fluxos de processamento. Sem observabilidade, cada mudança tende a se transformar em um novo projeto, com alto esforço de reanálise e retrabalho. Por outro lado, quando essa capacidade já está incorporada ao modelo, como ocorre no Framework Regulatório by add,os impactos são identificados rapidamente e a evolução passa a ocorrer de forma incremental.

Essa capacidade de adaptação contínua é um dos principais indicadores de maturidade no setor. Mais do que atender a uma exigência específica, trata-se de construir uma base capaz de sustentar mudanças recorrentes sem comprometer a operação.

Tradicionalmente, iniciativas regulatórias são percebidas como centros de custo. No entanto, ao estruturar e tornar visíveis os fluxos de dados, abre-se espaço para um novo tipo de valor. Padrões operacionais podem ser identificados, gargalos tornam-se evidentes e inconsistências recorrentes passam a ser tratadas de forma estruturada. O que antes era apenas conformidade passa a gerar inteligência operacional.

O avanço da regulação orientada por dados exige mais do que capacidade de entrega. Exige capacidade de entendimento. Nesse cenário, a observabilidade se consolida como um elemento central, ainda pouco explorado em muitas arquiteturas, mas fundamental para a sustentabilidade das operações. A experiência da add ao estruturar seu framework regulatório reforça essa visão: quando a observabilidade é tratada como parte integrante da arquitetura, a complexidade deixa de ser um obstáculo e passa a ser gerenciável.

Porque, em um ambiente orientado por dados, não basta entregar. É preciso compreender, rastrear e confiar no que está sendo entregue.

Sobre o Autor

Aldo Pires é CEO da add e lidera projetos de inovação e desenvolvimento de negócios no setor de seguros, integrando IA, dados e automação para apoiar seguradoras na transformação digital e no atendimento a demandas regulatórias.

Com mais de 30 anos de experiência em consultoria estratégica de negócios e tecnologia, é doutor pela COPPE/UFRJ e mestre em Inteligência Artificial pelo IME, com atuação destacada na aplicação de IA em contextos corporativos, especialmente no mercado segurador. Especialista em Design Thinking pelo MIT e professor da FGV há 25 anos, lecionando Inovação, IA, Agilidade e Gestão de Projetos.

Análise técnica em escala: quando a velocidade com IA passa a gerar consistência e resultado

Nos últimos anos, a busca por eficiência operacional no sinistro ganhou protagonismo dentro das seguradoras. A pressão por reduzir tempo de análise, aumentar produtividade e lidar com volumes crescentes levou muitas operações a acelerar processos e incorporar diferentes níveis de automação.

Esse movimento não apenas é natural, como necessário. O aumento de demanda exige resposta mais rápida e estruturas mais eficientes. O ponto de inflexão começa a aparecer quando velocidade deixa de ser apenas um ganho operacional e passa a influenciar diretamente a qualidade da decisão.

É nesse momento que a análise técnica ganha centralidade.

A análise de um sinistro automotivo envolve interpretação, leitura de contexto, coerência entre relato e dano e avaliação de responsabilidade. Quando esse processo é estruturado de forma consistente, a operação ganha não apenas agilidade, mas previsibilidade. Quando não é, a escala tende a amplificar variabilidade, tornando o resultado mais sensível a diferenças de interpretação e menos controlável ao longo do tempo.

Por muito tempo, esse foi um limite difícil de transpor. Aumentar volume significava, quase sempre, aceitar algum nível de perda de consistência. A análise dependia fortemente de interpretação individual, o que tornava desafiador sustentar padrão em ambientes de alta demanda.

A incorporação de inteligência artificial começa a mudar esse cenário ao permitir que a análise técnica seja estruturada de forma mais consistente. Mais do que acelerar, a tecnologia passa a organizar dados, cruzar informações, identificar padrões e apoiar a aplicação de critérios técnicos de maneira uniforme. O ganho, portanto, não está apenas na velocidade, mas na capacidade de replicar decisões com maior consistência.

Esse ponto é relevante porque consistência, quando aplicada em escala, tem impacto direto no resultado da carteira. Decisões mais alinhadas reduzem variabilidade, aumentam previsibilidade e fortalecem a capacidade da operação de sustentar critérios ao longo do tempo. Isso se reflete na qualidade dos pagamentos, na redução de perdas evitáveis e na melhor utilização de oportunidades como contestação e regresso.

Operações mais maduras começam a perceber esse movimento e passam a tratar a análise técnica não apenas como uma etapa do processo, mas como uma estrutura estratégica. Investem na padronização de critérios, na organização de dados e na capacidade de escalar decisão sem perda de qualidade.

É nesse contexto que soluções especializadas ganham relevância.

O MIA Análise Técnica, solução desenvolvida pela Autoinsp, foi estruturado exatamente para atuar nesse ponto crítico. A proposta é organizar a análise técnica combinando inteligência artificial, dados e lógica de engenharia em um fluxo capaz de sustentar decisões com consistência, mesmo em ambientes de alto volume. Na prática, isso se traduz em apoio direto à operação por meio da identificação de incoerências, da leitura mais precisa do dano, da análise estruturada de responsabilidade e da priorização de casos com maior risco ou complexidade.

O impacto desse tipo de abordagem não se limita ao ganho de produtividade. Ao reduzir variabilidade e elevar a qualidade das decisões, a operação passa a transformar velocidade em eficiência real, com reflexos diretos na previsibilidade dos resultados e na capacidade de gestão da carteira.

Em um cenário onde o volume de sinistros continua crescendo e a pressão por eficiência permanece elevada, a evolução da análise técnica tende a seguir esse caminho. Não será suficiente apenas acelerar processos. Será necessário estruturar decisões, sustentar critérios e garantir consistência em escala. É nesse ponto que a inteligência artificial deixa de ser apenas um diferencial operacional e passa a atuar como parte da infraestrutura que suporta a qualidade das decisões.


Texto originalmente publicado no site: https://autoinsp.com/

Nuvidio é Patrocinadora do Insurtech Brasil 2026

A Nuvidio, startup brasileira especializada em soluções de confiança digital e videoatendimento, atua no mercado oferecendo tecnologia de videoatendimento com foco em validação, segurança e redução de fraudes em transações críticas. A companhia é patrocinadora oficial do Insurtech Brasil 2026, que acontece em maio, em São Paulo.

A participação no evento reforça a presença estratégica da Nuvidio no ecossistema de seguros, apresentando soluções que transformam a forma como as seguradoras validam identidades, formalizam contratos e se conectam com seus segurados de maneira segura e transparente.

Com foco na mitigação de riscos e na eficiência operacional, a Nuvidio desenvolve ferramentas que combinam videoatendimento, inteligência artificial e camadas avançadas de segurança. Suas tecnologias permitem que processos críticos do setor — como a contratação de apólices, vistorias e a formalização de sinistros — ocorram de forma totalmente digital, gerando evidências com validade jurídica e reduzindo drasticamente a incidência de fraudes e disputas operacionais.

“No mercado de seguros, a confiança não pode ser presumida. Ela precisa ser comprovada. Acreditamos que o vídeo é o canal mais seguro para validar identidade, intenção e consentimento em jornadas críticas. Estar no Insurtech Brasil 2026 é uma oportunidade de mostrar como ajudamos seguradoras a reduzir fraudes, fortalecer a prova jurídica e aumentar a segurança em toda a operação”, afirma Janu Queiroz, COO e Co-founder da Nuvidio.

Presença no Insurtech Brasil 2026

O Insurtech Brasil 2026 é um dos principais encontros de inovação, tecnologia e canais de seguros do país e acontecerá no dia 28 de maio de 2026, no Expo Center Norte, em São Paulo. O evento reúne executivos de seguradoras, corretores, representantes do mercado financeiro e insurtechs para discutir tendências, apresentar soluções inovadoras e debater o futuro do mercado de seguros brasileiro.

A programação contará com painéis, palestras e debates conduzidos por mais de 60 referências do setor, além de oportunidades de networking e geração de negócios para um público estimado em mais de mil profissionais e empreendedores do ecossistema de seguros.

Benefício exclusivo Nuvidio

Para celebrar essa parceria, a Nuvidio oferece 15% de desconto na inscrição do Insurtech Brasil 2026. Utilize o cupom NUVIDIO no link abaixo e participe do principal encontro de inovação em seguros do país ou clique aqui.

Ebix Latin America é patrocinadora do Insurtech Brasil 2026

A Ebix Latin America, líder global em tecnologia para o mercado de seguros, é patrocinadora oficial do Insurtech Brasil 2026, que acontece em maio, em São Paulo. A participação reafirma seu compromisso com inovação e sua capacidade de oferecer o maior stack de soluções prontas e comprovadas para todas as áreas de negócio da indústria global de seguros.

Com sede em Atlanta e presença em mercados estratégicos como Estados Unidos, Austrália, Brasil, Canadá, Índia, Nova Zelândia, Cingapura e Inglaterra, a companhia atende mais de 12 mil clientes em 52 países, oferecendo um dos portfólios mais completos do setor, com soluções que cobrem toda a cadeia de valor do seguro.

Na América Latina, a Ebix Latin America se posiciona como a maior empresa com foco exclusivo em tecnologia para seguros no Brasil, reunindo cerca de 350 especialistas e uma operação estruturada para atender seguradoras, corretoras e canais de distribuição em toda a região. A atuação combina escala global com profundo entendimento local, permitindo a entrega de soluções alinhadas às particularidades regulatórias e operacionais de cada mercado.

Em 2026, a parceria entre Ebix Latin America e Sunlight Solutions unifica o front ao core em uma jornada digital completa para o setor de seguros. Ao integrar sistemas globais de policy administration com inteligência artificial e expertise regional, a colaboração elimina silos operacionais e garante agilidade escalável, permitindo que seguradoras modernizem processos de ponta a ponta com máxima competitividade e eficiência.

Sobre o Insurtech Brasil 2026

O Insurtech Brasil 2026 é o principal encontro de inovação, tecnologia e canais de seguros do país e acontecerá no dia 28 de maio de 2026, no Expo Center Norte, em São Paulo. O evento reúne executivos de seguradoras, corretores, representantes do mercado financeiro e insurtechs para discutir tendências, apresentar soluções inovadoras e debater o futuro do mercado de seguros brasileiro.

A programação contará com painéis, palestras e debates conduzidos por mais de 60 referências do setor, além de oportunidades de networking e geração de negócios para um público estimado em mais de mil profissionais e empreendedores do ecossistema de seguros.

Benefício exclusivo Ebix

Para celebrar a parceria, a Ebix disponibiliza 15% de desconto na inscrição do Insurtech Brasil 2026. Utilize o cupom EBIX15OFF no link abaixo e faça parte do principal encontro de inovação em seguros do Brasil ou clique aqui.

Do Lead ao Sinistro: O atendimento como estratégia de dados no mercado de seguros

Em artigo convidado, Gabriel Sares, CEO da Conversu, fala sobre como o mercado de seguros está trocando o suporte reativo pela inteligência de dados.

No mercado de seguros, costumamos dizer que o que vendemos é uma promessa. O cliente paga hoje por uma tranquilidade que espera nunca precisar usar, mas que deve funcionar perfeitamente se o imprevisto bater à porta. O grande desafio é que essa promessa só ganha vida de verdade nas interações do dia a dia. Durante muito tempo, o setor olhou para o atendimento como um “mal necessário”, um cantinho da empresa focado apenas em resolver reclamações ou processar papéis. Mas a realidade atual mostra que a experiência de quem usa o serviço é o coração do negócio.

O impacto real na fidelidade e no bolso

Dados de mercado reforçam que o impacto desse contato é direto no faturamento: um cliente que se sente bem cuidado tem três vezes mais chances de renovar o seguro. Isso mostra que a fidelidade não nasce na hora de assinar o contrato, mas sim em cada dúvida respondida com agilidade e em cada problema resolvido sem estresse. Quando ignoramos o que é dito nessas conversas, jogamos fora a chance de entender o que o nosso cliente realmente precisa e como podemos melhorar o que oferecemos.

O custo da desorganização e dos silos

Trabalhar com uma estrutura fragmentada, onde cada setor ignora o que o outro faz, gera uma série de gastos que muitas vezes não aparecem na primeira linha do balanço, mas que corroem a rentabilidade. Quando olhamos para a operação, os principais ralos de dinheiro são:

  • Perda de produtividade: A falta de integração e o uso de sistemas manuais podem reduzir a eficiência operacional em até 20%.
  • Desperdício em marketing: Leads que custaram caro para serem atraídos são perdidos por falta de um retorno rápido no primeiro contato.
  • Custo de aquisição elevado: É muito mais caro buscar um cliente novo do que manter um atual, e o atendimento ruim é o maior culpado pelo cancelamento precoce.
  • Refação de processos: O segurado precisar repetir a mesma história várias vezes gera horas de trabalho desnecessárias para a equipe e irritação para o cliente.

O atendimento como motor de novas vendas

Trazer o atendimento para dentro da estratégia de vendas é a grande mudança que o setor precisa. Cada contato, seja para pedir uma segunda via de boleto ou tirar uma dúvida sobre a cobertura, deixa pistas sobre o que aquele segurado deseja ou o que o preocupa. Uma operação moderna usa essas informações para unir a empresa inteira. Quando os dados fluem, o atendente consegue ajudar de verdade, identificando até oportunidades de oferecer uma proteção extra que faça sentido para aquele momento da vida do cliente. Empresas que já fazem isso conseguem aumentar suas vendas internas em cerca de 15%.

IA como aliada

Nesse cenário, a Inteligência Artificial entra como uma grande aliada, mas não do jeito que muita gente pensa. O objetivo não é trocar pessoas por respostas frias. A tecnologia deve funcionar como um braço direito, ajudando a organizar milhares de mensagens, encontrando padrões e entregando para o atendente humano o que ele precisa para resolver o caso rápido. Ela permite que a qualidade se mantenha mesmo quando o volume de mensagens aumenta, garantindo que ninguém fique sem resposta.

A “hora da verdade” no seguro é o sinistro. É o momento em que o cliente mais precisa de apoio e onde a confiança é construída ou perdida para sempre. Ter uma jornada integrada significa que o segurado não precisa repetir sua história cinco vezes para pessoas diferentes. Quando a empresa usa a tecnologia para facilitar a vida de quem acabou de sofrer um prejuízo, o atendimento deixa de ser burocrático e vira acolhimento. Um sinistro bem resolvido é a melhor propaganda que uma marca pode ter.

O futuro da confiança no setor

Mudar essa visão exige foco em simplificar os processos e usar a tecnologia para servir às pessoas. O futuro pertence às seguradoras que entenderem que cada conversa é uma fonte de aprendizado para criar produtos melhores e um marketing mais assertivo. No fim das contas, o sucesso vem da capacidade de transformar cada interação em uma oportunidade de fortalecer a confiança. Quem conseguir equilibrar a agilidade digital com a atenção humana será quem realmente vai liderar esse mercado.


Sobre o autor: Gabriel Sares é CEO e fundador da Conversu, especialista em tecnologia para atendimento e focado em transformar a jornada do cliente em resultados estratégicos para o mercado de seguros.

Integração de dados com inteligência artificial se torna crucial para o desenvolvimento do mercado de seguros

Artigo por Rafael Rodrigues, General Manager Latam do InsureMO

Ao longo da história, o mercado de seguros já passou por muitas transformações. Algumas, como a introdução da internet, foram consideradas bastante disruptivas. Porém, poucas têm um potencial tão transformador para o setor como a que estamos vivendo agora.

O Paradoxo dos Dados: Do Déficit ao Excesso

Até poucos anos atrás, o principal desafio das empresas era coletar dados. Hoje, o problema inverteu-se. A geração de informações é tão massiva que a capacidade humana de processamento já foi superada. Sem o auxílio da inteligência artificial (IA), muitas organizações acabam tomando decisões baseadas em amostras parciais e enviesadas.

A importância de associar a IA ao aproveitamento de dados reside justamente na capacidade de identificar padrões em volumes que nenhuma equipe de analistas conseguiria revisar em uma vida inteira. A IA não apenas lê os dados: ela os interpreta contextualmente.

Análise Preditiva e a Personalização do Seguro

Essa capacidade nos oferece uma perspectiva do que está acontecendo e nos permite fazer uma análise preditiva e prescritiva. Ao cruzar variáveis que parecem desconexas (como o comportamento climático e a taxa de cancelamento de um serviço), a IA nos ajuda a prever tendências futuras. Além disso, ao analisar os diferentes dados, a IA nos permite oferecer o produto certo para o cliente certo, no momento exato de sua necessidade, aumentando drasticamente as taxas de conversão.

A Camada Unificada: Conheça o DataMO

Nesse cenário de transformação, seguradoras e distribuidores que buscam vantagem competitiva precisam de uma camada de dados unificada, conectada diretamente ao fluxo transacional de cotação, emissão, cobrança e sinistros. É exatamente isso que o DataMO, o pilar de dados da plataforma InsureMO, entrega. Recém-chegado ao mercado brasileiro, o DataMO transforma dados operacionais de seguros, tradicionalmente fragmentados entre múltiplos sistemas, em uma visão unificada e em tempo real.

Ao integrar o DataMO na infraestrutura de dados, as empresas ganham um motor de inteligência que facilita a transição para modelos de negócios mais ágeis. Primeiro, unificando fontes distintas para que os algoritmos de IA tenham uma visão 360° do negócio. Segundo, agilizando a resposta ao mercado, com insights em tempo real que permitem ajustes imediatos em campanhas ou modelos de risco. Terceiro, democratizando a informação, traduzindo dados em indicadores de performance claros que servem de base para que os modelos de aprendizado de máquina evoluam continuamente.

Eficiência Operacional e Governança de Dados

A associação entre inteligência artificial e dados não beneficia apenas o marketing ou as vendas: ela revoluciona o backoffice. A automação inteligente de processos (IPA) utiliza dados históricos para aprender a realizar tarefas burocráticas com taxas de erro drasticamente reduzidas. Isso libera o capital humano para tarefas criativas e estratégicas, enquanto a máquina garante que a operação rode com a máxima otimização de custos.

Como se não bastasse, a governança de dados torna-se mais robusta. Através da IA é possível monitorar a conformidade (como as exigências da LGPD) de forma automatizada, identificando vulnerabilidades em grandes volumes de dados que passariam despercebidas em auditorias manuais.

O Futuro da Tomada de Decisão

A associação da inteligência artificial ao aproveitamento de dados não é mais um diferencial competitivo, mas um requisito de sobrevivência. Empresas que ignoram essa integração ficarão presas a processos lentos e decisões baseadas em suposições. O futuro pertence às organizações que não apenas possuem dados, mas que possuem a capacidade de fazê-los falar através da inteligência artificial, transformando números em oportunidades de mercado.

Estaremos no Insurtech Brasil 2026 com uma demonstração ao vivo do DataMO e da plataforma InsureMO. Venha conversar conosco.

Sobre Rafael Rodrigues

Rafael Rodrigues atua há mais de 20 anos na interseção entre seguros e tecnologia, com foco em construção de mercado, crescimento e transformação de core em larga escala. Como primeiro hire da empresa no Brasil, estruturou a operação local desde o início, liderando vendas, operações e desenvolvimento de mercado. Posteriormente, conduziu a expansão na América Latina, alcançando crescimento superior a 400% entre 2017 e 2021, com aumento relevante de novos clientes e expansão de contas estratégicas. Possui experiência direta na condução de iniciativas críticas de substituição de core e modernização de plataformas em seguradoras, incluindo cenários competitivos complexos e reversão de decisões estratégicas em clientes-chave. Atualmente, como General Manager Latam do InsureMO, lidera a expansão da plataforma na região, ajudando players do setor a modernizar seus ambientes tecnológicos, acelerar a distribuição e capturar novas oportunidades em ecossistemas digitais.

Sobre o InsureMO

O InsureMO é a plataforma global de infraestrutura para seguros que conecta seguradoras, distribuidores e parceiros de ecossistema através de milhares de APIs atômicas cobrindo todo o ciclo de vida do seguro. Com quatro pilares (API, Data, AI, Partner Apps), a plataforma atende mais de 500 clientes em mais de 50 países, processando mais de US$ 25 bilhões em prêmio bruto emitido (GWP), com mais de 17.500 produtos configurados e 8.700 canais e parceiros de tecnologia integrados.

www.insuremo.com

Carbigdata é patrocinadora do Insurtech Brasil 2026

A Carbigdata, empresa brasileira de tecnologia especializada em inteligência de dados para o setor automotivo, é patrocinadora oficial do Insurtech Brasil 2026, que acontece no dia 28 de maio, em São Paulo.

Fundada em 2019, a companhia desenvolve soluções baseadas na análise da circulação real de veículos, utilizando inteligência artificial e uma rede distribuída de captura de imagens. A partir desses dados, a empresa permite acompanhar padrões de uso, exposição a risco e comportamento veicular ao longo do tempo.

Esse modelo amplia a capacidade de análise das seguradoras, que passam a considerar não apenas informações declaradas, mas também evidências de uso real dos veículos. Na prática, isso possibilita uma avaliação de risco mais precisa, com impacto direto em processos como subscrição, prevenção a fraudes e regulação de sinistros.

Além disso, a tecnologia contribui para identificar inconsistências, como divergências de perfil de uso e indícios de veículos irregulares, e também apoia a recuperação de ativos em casos de roubo ou furto.

“A circulação real passa a ser uma variável importante na compreensão de risco. Estar no Insurtech Brasil é uma oportunidade de discutir essa evolução com o mercado”, afirma Pedro de Paula, CEO da Carbigdata.

Presença no Insurtech Brasil 2026

O Insurtech Brasil 2026 é o principal encontro de inovação, tecnologia e canais de seguros do país e acontecerá no dia 28 de maio de 2026, no Expo Center Norte, em São Paulo. O evento reúne executivos de seguradoras, corretores, representantes do mercado financeiro e insurtechs para discutir tendências, apresentar soluções inovadoras e debater o futuro do mercado de seguros brasileiro.

 A programação contará com painéis, palestras e debates conduzidos porreferências do setor, além de oportunidades de networking e geração de negócios para um público formado por lideranças e profissionais do ecossistema de seguros.

Benefício exclusivo Carbigdata

Para celebrar essa parceria, a Carbigdata oferece 15% de desconto na inscrição do Insurtech Brasil 2026. Utilize o cupom CARBIGDATA no link abaixo e  participe do principal encontro de inovação em seguros do país ou clique aqui.

Proteção veicular exige prevenção, resposta rápida e escala, afirma André Saliba, CEO da Getrak

Em entrevista ao Portal Insurtech.com.br, executivo fala sobre o avanço da tecnologia na segurança veicular, os investimentos da Getrak em IA e equipamentos e os desafios de um mercado que passa por transformação tecnológica e regulatória

A segurança veicular continua entre os temas mais sensíveis para o ecossistema de seguros e proteção patrimonial no Brasil. Em um ambiente marcado por alta incidência de roubos e furtos, pressão por eficiência operacional e necessidade crescente de escala, o uso de tecnologia deixou de ser apenas um diferencial e passou a ocupar posição estratégica dentro da gestão de risco.

Nesse contexto, empresas que atuam com rastreamento, monitoramento, recuperação e inteligência operacional vêm ampliando sua relevância junto a seguradoras e associações de proteção veicular, principalmente à medida que o mercado exige respostas mais rápidas, processos mais integrados e maior capacidade de prevenção. Ao mesmo tempo, temas como inteligência artificial, modernização de equipamentos e redesenho de plataformas entram de forma mais concreta na agenda do setor.

Para falar sobre esse momento e sobre a visão da Getrak para os próximos anos, o Insurtech.com.br conversou com André Saliba, CEO da companhia. Na entrevista, o executivo aborda a evolução da proteção veicular no país, o papel da prevenção na redução de perdas, o impacto da IA nas operações e os investimentos recentes da empresa em novas soluções e equipamentos.

José Prado: O mercado de proteção veicular convive há anos com um cenário complexo no Brasil, marcado por roubos, furtos e perdas relevantes para as operações. Na sua avaliação, como esse ambiente tem evoluído e o que ele exige hoje das empresas que atuam no setor?

André Saliba: O setor vive um contexto de alta pressão e isso não é algo abstrato. Estamos falando de um ambiente em que um único evento pode representar um prejuízo muito significativo para uma operação, em alguns casos chegando à casa de centenas de milhares de reais. Quando olhamos para a realidade brasileira, com índices ainda muito elevados de roubo e furto, fica claro que esse tema não pode mais ser tratado apenas como uma questão operacional, mas como uma discussão estratégica para o negócio.

Ao longo da minha trajetória na Getrak, sempre tive a convicção de que tecnologia só tem valor quando resolve dores reais do mercado. E, no nosso caso, o desafio é muito objetivo: como ajudar empresas do setor a atuar de forma mais inteligente diante de um problema recorrente e de grande impacto financeiro. A Getrak nasceu há mais de vinte anos com a proposta de usar tecnologia para tornar o mundo mais seguro, e essa visão segue muito atual. Hoje, mais do que nunca, o mercado exige soluções integradas, capacidade analítica e rapidez de resposta.

José Prado: Durante muito tempo, boa parte do mercado se estruturou para reagir ao evento, especialmente após o roubo ou furto. Esse modelo ainda é suficiente ou a prevenção passou, de fato, a ocupar um papel mais central?

André Saliba: Eu diria que a prevenção deixou de ser um elemento complementar e passou a ser um dos pilares da gestão de risco. Reagir bem continua sendo importante, claro, porque nem todos os eventos podem ser evitados. Mas operar apenas de forma reativa já não sustenta a eficiência que o mercado precisa.

Quando colocamos a prevenção no centro da estratégia, o impacto aparece em várias frentes. Você reduz perdas, melhora a sustentabilidade da operação, aumenta a previsibilidade e fortalece a confiança de quem está na ponta, seja o segurado, seja o parceiro de negócio. Hoje, a tecnologia já permite que seguradoras e associações atuem de maneira muito mais proativa. A definição de áreas de risco, o monitoramento de trajetos e a leitura mais inteligente do comportamento operacional ajudam a evitar situações críticas antes mesmo que elas se concretizem.

Essa mudança de mentalidade é muito relevante. O setor precisa deixar de olhar a prevenção como custo adicional e passar a enxergá-la como instrumento de eficiência e de competitividade.

José Prado: Quando se fala em prevenção, muitas vezes o discurso fica genérico. No caso da Getrak, como essa visão se materializa em soluções concretas para o mercado?

André Saliba: Esse é um ponto importante, porque a prevenção só faz sentido se ela se traduz em aplicação prática. No nosso caso, isso passa tanto por inteligência embarcada quanto por soluções específicas para momentos mais sensíveis da operação. Um exemplo é o GBlock, que foi desenvolvido justamente para agregar uma camada adicional de proteção em situações de tentativa de roubo ou furto.

A lógica é simples: reduzir a probabilidade de perda antes que ela aconteça. É isso que orienta nosso investimento em tecnologia. Neste ano, por exemplo, vamos anunciar uma nova versão do GBlock, mais moderna e com instalação mais simples, justamente para ampliar a capacidade de adoção e eficiência. O que buscamos não é apenas acrescentar tecnologia ao processo, mas fazer com que ela gere impacto real na proteção do veículo e na operação do cliente.

José Prado: Ainda assim, mesmo com a prevenção, parte dos eventos acontece. Nesses casos, a capacidade de resposta passa a ser decisiva. O que define uma operação eficiente nesse segundo momento?

André Saliba: Sem dúvida, a capacidade de resposta é o segundo grande eixo. Uma estratégia de prevenção sólida é fundamental, mas a operação também precisa estar preparada para agir com rapidez e consistência quando o evento ocorre. E aí entra um indicador muito relevante para o setor, que é o índice de recuperação de veículos.

Hoje, conseguimos apoiar clientes a alcançar índices de recuperação que chegam a 97%, o que é bastante expressivo. Mas esse resultado não vem de um único fator. Ele é consequência de uma combinação entre tecnologia, processos bem desenhados, uso de dados e especialização operacional. Não basta ter ferramentas; é preciso saber operar com método, disciplina e escala.

Foi com essa visão que estruturamos o Recupera360, uma operação dedicada a dar suporte completo ao mercado de segurança veicular. Isso envolve desde o monitoramento contínuo até a execução de processos operacionais que, em muitos casos, exigiria uma estrutura interna robusta por parte das empresas. Em um mercado pressionado por eficiência, esse apoio faz diferença.

José Prado: Isso muda também a forma como as empresas pensam crescimento? Ou seja, escalar já não significa necessariamente ampliar a estrutura interna?

André Saliba: Exatamente. Esse é um ponto cada vez mais crítico. Nem toda empresa precisa aumentar time e complexidade interna para crescer. Em muitos casos, o crescimento sustentável passa por contar com parceiros especializados, capazes de sustentar a operação com qualidade, velocidade e previsibilidade.

Na minha visão, a escala com eficiência é uma das grandes questões do setor hoje. Crescer sem perder controle operacional, sem comprometer qualidade e sem pressionar excessivamente a estrutura interna virou uma necessidade. E esse equilíbrio tende a ser cada vez mais importante à medida que o mercado amadurece e a concorrência aumenta.

José Prado: Nos últimos anos, a inovação virou quase uma obrigação no discurso das empresas. Mas, na prática, inovar continua sendo um desafio. Como a Getrak enxerga esse processo?

André Saliba: Eu gosto de tratar inovação como responsabilidade contínua, não como projeto isolado. Quando a inovação aparece apenas como narrativa, ela tem pouco valor. O que realmente importa é a capacidade de gerar impacto concreto para o cliente e para a operação.

Na Getrak, temos investido de forma consistente nisso. Foram mais de R$35 milhões investidos em tecnologia nos últimos anos, sempre com foco na evolução real do setor. Um exemplo foi o redesign da nossa plataforma, que nasceu a partir dos feedbacks dos próprios clientes. O objetivo era muito claro: simplificar a operação, melhorar a performance e tornar o uso mais intuitivo. Esse tipo de movimento mostra como a inovação precisa estar conectada à experiência de quem usa a solução no dia a dia.

José Prado: A inteligência artificial entrou definitivamente na agenda do mercado. No caso da Getrak, onde a IA começa a gerar aplicação prática dentro da operação?

André Saliba: A IA vem deixando de ser uma promessa genérica para ganhar espaço em processos muito concretos. Estamos avançando com os Agentes de IA voltados a reduzir custos operacionais, aumentar eficiência e permitir o ganho de escala, especialmente em frentes como previsibilidade de sinistros e recuperação veicular.

O mais importante aqui é não tratar a inteligência artificial como tendência pela tendência. O foco precisa estar em como ela melhora a tomada de decisão, aumenta produtividade e ajuda o cliente a operar melhor. Quando conseguimos transformar IA em vantagem competitiva real, ela deixa de ser apenas novidade tecnológica e passa a ter relevância estratégica.

Nós acreditamos bastante nesse caminho e entendemos que ele terá impacto importante no setor. Não se trata apenas de automatizar tarefas, mas de tornar a operação mais inteligente, responsiva e sustentável.

José Prado: Além de software e plataforma, vocês também mencionam evolução em equipamentos. Qual é a importância desse investimento mais amplo no ecossistema de segurança veicular?

André Saliba: É fundamental. Quando falamos em segurança veicular, não dá para pensar apenas em software ou apenas em operação. O ecossistema precisa funcionar de maneira integrada. Por isso, além da plataforma, temos apostado em melhorias importantes nos equipamentos.

Nos rastreadores, por exemplo, estamos trazendo o GTK LW+ 4G, que já vem preparado para a transição de rede e oferece melhor performance para o rastreamento veicular com o uso de Bluetooth. Já o GBlock passa a contar com uma versão Plug’n’Play, facilitando a instalação. Tudo isso está ligado a uma visão de longo prazo: ouvir o cliente, entender os desafios reais de cada parceria e desenvolver inovações que façam sentido para o mercado.

José Prado: O setor de proteção veicular passa também por transformações regulatórias e por uma mudança mais ampla na forma como as operações são estruturadas. Olhando à frente, quais atributos devem diferenciar as empresas mais competitivas?

André Saliba: Eu vejo o mercado caminhando para um modelo em que integração será a palavra-chave. As empresas que vão se destacar são aquelas que conseguirem conectar, de forma consistente, três pilares: prevenção inteligente, resposta rápida e eficiente e operação escalável e sustentável.

Não basta ser forte em uma única ponta. O diferencial competitivo passa por integrar essas capacidades e transformá-las em entrega contínua para o cliente. É isso que tende a separar as operações mais maduras das demais, especialmente em um setor que está se tornando mais exigente, tanto do ponto de vista tecnológico quanto regulatório.

Na Getrak, seguimos comprometidos com essa construção. Nossa visão é apoiar o mercado justamente nessa convergência entre prevenção, eficiência operacional e tecnologia aplicada.

José Prado: Para encerrar, quando se fala tanto em tecnologia, inovação e automação, qual é o ponto que o setor não pode perder de vista?

André Saliba: Que tecnologia é meio, não fim. No fim do dia, o que está em jogo é proteção. Estamos falando de proteger pessoas, preservar patrimônio e garantir a continuidade dos negócios. Se a tecnologia não contribuir de maneira objetiva para isso, ela perde relevância.

Acredito que o setor amadureceu muito e continuará evoluindo, mas o fundamento permanece o mesmo: resolver problemas reais com eficiência, responsabilidade e visão de longo prazo.

Sobre o entrevistado

André Saliba é CEO da Getrak, empresa com mais de 20 anos de atuação em rastreamento e segurança veicular. Formado em Administração e com pós-graduação em Marketing, também atua como mentor de startups.

Sompo é patrocinadora do Insurtech Brasil 2026

A Sompo, subsidiária da empresa responsável pelas operações de seguro e resseguro do Grupo Sompo Holdings fora do Japão, é patrocinadora oficial do Insurtech Brasil 2026. O evento acontece em maio, em São Paulo. A participação reforça o posicionamento estratégico da companhia no ecossistema de inovação em seguros e seu compromisso com o avanço tecnológico do setor.

Com presença consolidada em segmentos como transporte, agronegócio, riscos corporativos e garantia, a Sompo investe de forma contínua em tecnologia e inteligência aplicada à subscrição e ao gerenciamento de riscos. O Sompo Risks, programa de gestão e redução de sinistros no seguro de transporte de cargas, é um exemplo dessa atuação: ao combinar análise de dados, validações antifraude e governança técnica, a solução entrega mais segurança e previsibilidade a corretores e segurados do segmento de transporte rodoviário de cargas.

No plano global, a recente aquisição da Aspen Insurance Holdings ampliou a plataforma da companhia em Property & Casualty, reforçando sua capacidade de oferecer soluções em seguros e resseguros em escala internacional.

“O Insurtech Brasil é um dos principais pontos de encontro entre os agentes de transformação do mercado segurador e estarmos presentes como patrocinadores nos permite integrar um debate essencial para nosso segmento. A Sompo lançou recentemente sua unidade Sompo Digital Lab no Brasil e tem participado ativamente de ecossistemas de inovação com o objetivo de fomentar o desenvolvimento de ferramentas que integrem tecnologia e dados, contribuindo para o aprimoramento das soluções de mitigação de riscos, a geração de valor para clientes e parceiros e a evolução contínua do mercado segurador”, afirma José Ricardo Paulino, Diretor de Planejamento Estratégico e Inovação na Sompo.

Sobre o Insurtech Brasil 2026

O Insurtech Brasil 2026 é o principal encontro de inovação, tecnologia e canais de seguros do
país e acontecerá no dia 28 de maio de 2026, no Expo Center Norte, em São Paulo. O evento
reúne executivos de seguradoras, corretores, representantes do mercado financeiro e
insurtechs para discutir tendências, apresentar soluções inovadoras e debater o futuro do
mercado de seguros brasileiro.
A programação contará com painéis, palestras e debates conduzidos por mais de 60
referências do setor, além de oportunidades de networking e geração de negócios para um
público estimado em mais de mil profissionais e empreendedores do ecossistema de seguros

Benefício exclusivo Sompo

Para celebrar a parceria, a Sompo disponibiliza 15% de desconto na inscrição do Insurtech Brasil 2026. Utilize o cupom SOMPO15OFF no link abaixo e faça parte do principal encontro de inovação em seguros do Brasil ou clique aqui.

Adyen é patrocinadora do Insurtech Brasil 2026

A Adyen, plataforma global de tecnologia de pagamentos, é patrocinadora oficial do Insurtech Brasil 2026, que acontece em maio, em São Paulo. A companhia apoia empresas na gestão integrada de suas operações financeiras por meio de uma infraestrutura própria e uma plataforma única, que reúne recursos de ponta a ponta. A solução conecta processamento de pagamentos, adquirência, liquidação, análise de dados e prevenção a fraudes otimizada por inteligência artificial, com o Adyen Uplift.

A participação no evento reforça a atuação da Adyen no ecossistema de seguros, um setor em acelerada transformação digital e que demanda jornadas de pagamento cada vez mais fluidas, seguras e eficientes. Atualmente, a companhia atende seis das dez maiores seguradoras de P&C (Property and Casualty) do mundo e soma mais de 60 clientes globais no segmento.

Ao permitir que as empresas centralizem diferentes canais em um único sistema, a Adyen reduz intermediários e amplia a visibilidade estratégica dos dados, além de otimizar cobranças contínuas com inovações como o Pix Automático e o Pix Recorrente— recursos importantes para reduzir a inadimplência involuntária e simplificar a jornada digital do segurado.

Olhando para o futuro do setor, a Adyen já prepara as seguradoras para a revolução do Comércio Agêntico (Agentic Commerce) — a transição estrutural onde assistentes autônomos de Inteligência Artificial farão a cotação, renovação e o pagamento de apólices em nome dos consumidores. Para isso, a empresa avança no desenvolvimento de uma infraestrutura capaz de viabilizar esse novo modelo com segurança, proteção de dados e mais controle para as seguradoras.

No Brasil, a empresa atende seguradoras de destaque, como Tokio Marine e Pier, além de marcas líderes de grande escala em outros setores, como Uber, 99, iFood e Globo.

“Acreditamos que a evolução dos pagamentos é parte fundamental da transformação digital no setor de seguros. O Insurtech Brasil é um espaço importante para compartilhar experiências e discutir como a tecnologia pode tornar o mercado mais eficiente, sustentável e conectado”, afirma Renato Migliacci, VP de sales da Adyen.

Presença no Insurtech Brasil 2026

O Insurtech Brasil 2026 é um dos principais encontros de inovação, tecnologia e canais de seguros do país e acontecerá no dia 28 de maio de 2026, no Expo Center Norte, em São Paulo. O evento reúne executivos de seguradoras, corretores, representantes do mercado financeiro e insurtechs para debater tendências, apresentar soluções e discutir o futuro do mercado de seguros no
Brasil.

A programação inclui painéis, palestras e debates com especialistas do setor, além de oportunidades de networking e geração de negócios para um público formado por profissionais e empreendedores do ecossistema de seguros.

Benefício exclusivo Adyen

Para celebrar a parceria, a Adyen disponibiliza 15% de desconto na inscrição do Insurtech Brasil 2026. Utilize o cupom ADYEN15 no link abaixo e participe do encontro de inovação em seguros ou clique aqui.