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Motoristas com 60 anos ou mais aumentam em 300% contratação de seguro auto na Pier

Victor Horta, CPO da Pier Seguradora, sorri no escritório da empresa, com letras rosa da marca ao fundo
Victor Horta, CPO da Pier Seguradora (Foto: Rafael Merino)

A contratação de seguros por canais digitais já alcança diferentes faixas etárias. Na Pier, seguradora que tem a missão de mudar a relação dos brasileiros com seguros, os motoristas com 60 anos ou mais registraram crescimento de 300% na contratação de seguro automóvel entre janeiro e julho deste ano, o maior avanço entre as faixas etárias analisadas pela companhia no período.

O movimento acompanha a expansão do uso da internet entre pessoas com 60 anos ou mais. Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) 2025, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 74,5% desse grupo utilizaram a internet em 2025, alta de 4,4 pontos percentuais em relação ao ano anterior. Foi o maior crescimento entre as faixas etárias analisadas pelo instituto.

A maior presença nos ambientes digitais também amplia as possibilidades de acesso a serviços que tradicionalmente dependiam de canais presenciais. No setor de seguros, essa mudança aparece em diferentes etapas da jornada, como cotação, contratação, envio de documentos, vistoria e acompanhamento de solicitações.

“O dado da Pier acompanha uma transformação no comportamento do consumidor. À medida que os canais digitais passam a fazer parte da rotina de diferentes faixas etárias, também muda a expectativa sobre como serviços como o seguro devem ser oferecidos. A experiência precisa ser simples, clara e dar autonomia ao cliente”, afirma Victor Horta, CPO da Pier.

Para o mercado de seguros, o movimento traz uma discussão que vai além da digitalização dos processos. A expansão dos canais online aumenta a importância de traduzir informações sobre produtos, coberturas e serviços de maneira objetiva, especialmente em uma categoria que envolve decisões financeiras e diferentes momentos de uso.

“A tecnologia precisa estar a serviço da experiência. Não basta transferir para o digital uma etapa que antes era presencial; é necessário repensar o processo para eliminar complexidades desnecessárias e facilitar a tomada de decisão do cliente”, diz Horta.